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| Pelo MundoDE PAYADORES DE CASABLANCA “La Décima nuestro patrimonio iberoamericano” Por Carlos Carroza Sandaño *
Durante los días 06 y 11 de febrero del presente año, se desarrolló en la ciudad de Casablanca, Chile, el ya tradicional Encuentro de Payadores Internacional, organizado por la Ilustre Municipalidad de Casablanca y producido por su Centro Cultural, el cual con 15 años a cuestas, reúne a los más importantes improvisadores, poetas y maestros de la palabra de la región iberoamericana, logrando consolidarse y ser valorado, por su alta calidad de gestión y producción por todos los actores que se reúnen en torno a la décima y el verso improvisado, como uno de los escenarios más importantes de Iberoamérica y, según el repentista cubano Alexis Díaz Pimienta, en una ruta obligada para los decimistas e improvisadores. Las tradiciones que han participado en el escenario casablanquino, desde el año 2003 hasta el presente año son: Canto a lo Poeta y la Paya Chilena, Payada Argentina y Uruguaya, Trova Puertorriqueña, Huapango Arribeño Mexicano, Troveros Cartageneros el Verseadores Canários de España, Repentismo Cubano, Gaita Zuliana y Galerón Margariteño de Venezuela, Cantadera de Mejorana Panameña, Repentismo Peruano, Trova Paisa de Colombia y la Pajada de Brasil. Siendo un fragmento de realidad de una expresión poética “aplatanada” en las más diversas idioscincracias, donde resalta la participación de Brasil, por primera vez en Casablanca, y por primera vez en Chile, a través de la gran calidad poética de Paulo de Freitas Mendonça y de Jadir Oliveira, quienes con el ritmo melódico del idioma portugués hicieron presente su tradición, un acontecimiento que vale la pena poner en valor, por cuanto, queda claro que las lenguas de origen grecolatino se pertenecen unas a otras, son culturalmente un mismo idioma, que hoy habla en décimas a todos los países, principalmente, una comunicación entre tradiciones populares, afincadas en la identidad de comunidades como expresión de su cotidianidad, con el valor de su vida, de sus conocimientos, de sus patrimonios. Por eso consta como título del XV Encuentro de Payadores Internacional de Casablanca, “La Décima nuestro patrimonio iberoamericano”, para indicarnos que como países, como cultores, como investigadores, como ciudadanos, debemos reafirmar la confianza y la fe en este arte que se expresa de las más íntimas raíces de la tierra, en su defensa, en su puesta en valor, en su promoción y en su enseñanza, situación que en Casablanca se vio altamente reflejada cuando por iniciativa de los cultores, se propone y se acuerda la importante misión de gestionar dentro de cada uno de los países la declaratoria de la Décima y el Verso Improvisado como Patrimonio Inmaterial de Iberoamérica frente a la UNESCO. Situación que esperamos se desarrolle con el éxito que esta iniciativa merece.
* Archivo Patrimonial del Valle de Casablanca
Museo Arqueológico y Antropológico de Casablanca
Centro Cultural Ilustre Municipalidad de Casablanca
Casablanca - Chile
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Por Jaime Ribeiro *
O maestro nasceu em 26 de fevereiro de 1916, em Passo de los Libres e faleceu há 33 anos. Deixou farta obra discografica na Argentina e o grande vendedor de discos, além de divulgar a musica da sua terra em Buenos Aires com seu conjunto Quarteto Santana. Montiel como é reconhecido em toda a América por defender a música da sua terra e tem alguns importantes seguidores, inclusive no Rio Grande do Sul.
* músico e comunicador musico@jaimeribeiro.com.br uruguaiana - RS - Brasil
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Por Victor Cardoso * Sensível à honra de poder ter tido o privilégio de conhecer em finais de Setembro do ano passado, ao Paulo, por altura das tradicionais Festas do Império de São Carlos, um curato da freguesia de São Pedro de Angra do Heroísmo, território da banda ocidental desse importante burgo terceirense. Digo e reafirmo nas palavras agora aqui deixadas registadas, quanta honra de a ti.poder contar como Amigo. Efectivamente desde essa data festiva, nesta terra açoriana, também ela sentido a alma brasileira porque carregada de história universal, sempre que cruzámos e desenvolvemos as nossas paixões por estas questões relacionadas com a Cultura Popular, berço da expressão que hoje evolutiva e evolutivamente a conhecemos. Áreas como: Antropologia; Etnografia; Etnologia; O Imaterial – força e crença do Espirito Santo (Festa do Divino – aí no Brasil); Folclore; Património, entre outras, temáticas que sempre que abordámos, nos ficou a certeza, muitas não raras as vezes, até porventura de espanto, de que, quanto foi grande a dádiva e a razão do nosso encontro neste novo milénio, porque muito foram coisas em comum, nesse interesse pelas questões do passado, passado também que presente, porque efectivamente também importante se torna, darmos valor à nossa geração, enquanto parte interessada no resgate e no humilde mas sério contributo dos saberes. Ao pesquisar, reúne essas “reminiscências” do nosso património, comum e de expressão popular, afinal raiz e seiva genética que dá lugar aos povos, que mesmo em territórios distantes mantém esse denominador comum. As Cantigas ao Desafio, reflexo de um dom e saber, maioritariamente guardado por um povo comum, de relação dos tempos, logo sem graduações ou aspirações a tal..., porque almas simples no trato, que a vida lhes deu guarita no trabalho operário. Mas verdadeiros poetas nas horas de brilhar. Os «cantadores» são poetas repentistas contratados pelos Imperadores e Comissões para actuarem em complemento dos (de) alguns rituais do Espirito Santo. Também porque seguro, da importância desses registos no Brasil, de forma sistemática, nomeadamente para a importância da sua avaliação no, e, do discurso em matéria da inovação, isto é, privilegiar a pesquisa, porque importa saber-se o que se tem vindo a verificar no quotidiano das pajadas, por outras palavras, em diálogo mais directo, que hierarquia de posições são usadas, se por exemplo se privilegia os interesses do Imperador na a actuação dos Cantadores (Pajadores), se por outro lado adoptam uma atitude mais de raiz do interesses da tradição (público – o povo que assiste) ou se continua também presente a situação em análise. Qualquer que seja o caminho, uma realidade se nos depara que é a de continuarmos a ter nas Cantigas ao Desafio como ferramenta actuante na relação dessas identidades na procura e valorização da escala cultural. Em boa hora estamos hoje a assistir a uma procura das identidades, pelo que o caminho que hoje se pode constatar é o de trilharmos na direcção se ficarmos a conhecer, ou mais esclarecidos quanto às nossas raízes. Mas, não poderia concluir este texto, deixando-o assim, propositadamente para final, porque não o fazendo como intróito, onde poderia ser eticamente mais correcto. Porem e como comungo desta opção, daí assumir consequências do risco e da atitude basicamente pensada, ponderada e assumida, e dar enfoque a algumas referências históricas, que julgo pertinentes a bem do enquadramento destas notas de texto 1- Sobre o descobrimento e povoamento dos Açores, embora tenhamos hoje uma teoria quase que assumida, a história assim o aconselha, que nada se deve perfilhar no sentido lato de dado adquirido, sob pena de que às novas fontes que se venham a produzir fruto de trabalhos de pesquisa, que trazendo novos dados alterem algo que até então era tido como correcto. Porem existem datas e factos que mereçam ser aqui tratados, se bem que com uma linhagem muito sintética; 2- Temos assim que o descobrimento do arquipélago dos Açores, já era conhecida a sua existência ainda no reinado de D.Afonso IV - segundo quartel do século XIV. Mas que só no século seguinte no ano de 1431 e que o povoamento se verifica 8 anos depois (1939). Porém como disse não importa esta procura, apenas como reavivar; 3- È no século XVII que se vai registar a ida de casais açorianos para o Brasil, neste caso temos já motivo de maior acuidade, porque essa realidade está intimamente conectada com as heranças populares que se vão operar no território brasileiro. Esse processo de ida dos grupos de familiares açorianos, resulta de uma Resolução régia do Rei D. João V que no ano de 1746 determina que se proceda à abertura das inscrições para os casais açorianos para embarcar para a região do Brasil Meridional; 4- O Estado de Santa Catarina e Rio Grande de Sul são os primeiros ancoradouros onde se estabelecem os primeiros braços açorianos. Importará ainda reter o facto que em 1747, no dia 21 de Outubro, que do porto de Angra do Heroísmo parte a primeira leva de casais, ao todo 85 casais e respectivas famílias das ilhas Terceira; Graciosa, São Jorge, Pico e Faial, totalizando 461 pessoas que haveriam de chegar ao Brasil, a Santa Catarina no dia 6 de Janeiro de 1748; 5- Coube efectivamente a essas famílias de Açorianos, um papel determinante e importante para aquilo que hoje estamos a constatar nas muitas expressões e estados de alma, que afinal traduzem e são as raízes dessa riqueza cultural que habita e que está a ser resgatadas no Brasil; Tal com escreveu Nemésio (VITORINO NEMÉSIO) * Antropólogo **********************************************************
EL GRAN TROVADOR DE ALMERÍA
Por Pepe Criado *
Aunque nacido en los cortijos de La Contraviesa y siendo digno heredero de su tradición oral, el trovador Miguel Candiota, principalmente, ha sido el improvisador que ha dado señas de identidad propias al actual trovo de Almería.
Desde 1963 hasta 2007 ha renovado, extendido y dignificado los versos populares almerienses hasta el punto en que ya tenemos que medirlos desde un antes y un después de Candiota en la poesía oral improvisada.
Candiota sabía el valor de sus versos, poéticos, adecuados a su motivación personal y dirigidos a su público, sonando muchas veces como mazazos a la injusticia social y a la hipocresía capitalista.
A veces místico, a veces encendidamente concienciado contra la explotación del hombre por el hombre, Candiota, al estilo del iluminado monje Thomas Merton, ha sido un referente en la vida de la provincia de Almería durante décadas.
Sin miedo, a verso limpio, como a principios de la década de 1990 en aquella huelga de agricultores concentrados en el Paseo de Almería. Justo antes de que los antidisturbios descargaran sobre la masa sus botes de humo y las pelotas de goma, Candiota se subió sobre una furgoneta y en incesantes quintillas, quemando, conminó a los policías a dejar los uniformes y apoyar las reivindicaciones del campo almeriense.
Candiota riyendo, gastando bromas, dando “la pelma”, como él decía, para reír más, para hacer agradable ese segundo del que disponemos. Candiota feliz, pocos meses antes de morir, por el acuerdo del Ayuntamiento de Vícar para engrandecer su figura poética y hacer visibles sus versos, su ingente obra.
Candiota inseguro sentado en la mesa de su cocina pero declarando abiertamente “no tengo miedo, yo adelante” dos días antes de ingresar en el hospital de Granada donde moriría.
Candiota Candiota Candiota, un nombre mítico mientras el hombre Miguel García estuvo vivo. Candiota Candiota Candiota, ya sideral, materia cósmica, tiempo huido, como sugirió el poeta y trovador de Aguadulce Constantino Martín al ya eterno Candiota, el gran trovador andaluz, durante su entierro:
En tu fosa, Candiota, aceptarás
aquellas palabras de Dios “polvo eres”
y en polvo Miguel te convertirás.
Pero Miguel no te desesperes
porque dijo Dios “tú resucitarás”
a pesar que en esta vida mueres.
* Escritor – Investigador sobre Tradición Oral - Turón (Granada) - España
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